quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

olá queridos boa tarde!
Hoje trago pra vocês uma linda homenagem do nosso caro colega de curso Diego, ele escreveu este belo poema em homenagem a nossa ilustrissíma professora Cláudia e nós os seus colegas de curso.Confesso que me senti lisongeada, por isso quero compartilhar com todos, deleitem-se:

 ema de conto
Em homenagem à professora Cláudia Márcia Vasconcelos da Rocha, a todos os alunos do curso que ela ministrou: “O conto e suas particulares”, no mês de novembro de 2011 em Macaé-RJ.

Uma mulher de meia idade me contou
Que o conto traz em si um conflito.
Pensei, então, é difícil ou
É mais fácil do que matar um mosquito?

Dentro de mim, eu sou somente conflitos,
Ora, sinto-me um rei num banquete com direito à coroa,
Ora, pareço um plebeu numa mesinha a comer ovos fritos,
Meu Deus, como se pode viver assim? Por que tudo isto destoa?

Caço as respostas no recôndito da alma,
Mas lá não vejo outra coisa senão a calma.
Estou cansado de tanta sabedoria,
Às vezes, eu preciso de uma boa folia.

Saber que sou amado e odiado,
Enquanto vou contando minha história.
Apesar dos bobos da Corte Conotativa designar estória.
Reitero, e é vero, não tenho medo de ser criticado.

Sou frágil como a rocha neste ofício.
Não me submeto a nenhum suplício.
Com exceção deste: sou vítima sem sacrifício.
Por meio quadrangular, mostro-me todo sem resquício.

domingo, 11 de dezembro de 2011

olá queridos boa noite,
hoje quero compartilhar com vocês um texto do meu amigo Diego um jovem escritor que lançará um livro no próximo dia 14.
Espero que gostem e comentem bastante.Divirtam-se!


O tal José de Drummond
E agora, José?
Como ir às festas se o salário é mínimo,
A esperança não sucumbiu ao apagão,
Sua fé mantém-se firme apesar da solidão,
José, o povo morreu nessa situação.
Mas você é brasileiro, igual guerreiro,
Quiçá índio seja, mas onde estão seus mimos?

Só, é por desopção,
Sua voz está rouca,
Seu carinho é desatenção;
Procurou os AA, agora nem quer
Cachaça, cigarro, maconha,
José quer emprego para não ser chamado de sem-vergonha.
Com o pouco que tinha,
Não contou prosa, nem mentirinha,
Entrou no bonde moderno,
Riu o riso sem terno,
Pois, pobre era, contudo,
Ainda que fosse pouco o tudo,
José não fugiu, não deixou de sonhar
Que o Brasil não desampara,
Mas também não dá abrigo,
Ao José que mal curou seu umbigo.

E agora, José?
Pergunto-lhe eu, sua palavra amargou-se na boca,
Sua febre é tropical, sua oca é feita de palha,
Cobra ao político cobra que fez da política uma politicalha,
Seu jejum é doído, igual grito de recém-nascido;
Sua água é da cisterna, sua seca é d’alma,
Devido à incongruência da Língua Materna,
Esta se encerrou, não deixando palma e calma,
Oxímoro, que coisa é essa? De ódio e de amor só restaram rancor – e agora?

Faz a porta com a madeira
Que veio da Amazônia,
Está fácil pegar, qualquer um rouba,
Não tem olheiro, muito menos a fofoqueira da Sônia.
Seu mar é esgotado, rasga o verbo ser,
Visto que no caso não há latência, apenas constância.
Rasga suas vestes, José, deixa esse cinismo de aparecer;
Quer ainda tomar banho na água fedida? É bobo mesmo,
Só falta dizer: crer que o S.U.S. sara ferida.
Você não é mineiro, mal tem terra para dormir.
Sua cama, asfalto das ruas,
Seu ar-condicionado, o frio do translado de veículos,
José não grita, geme, toca, dorme, cansa, morre,
Ele se droga com a droga que deixaram para ele.
Usa-as porque a própria vida o entorpecera de misérias.
José, bicho-gente, come do lixo o luxo dos outros,
“Socorre ele, fica sem férias, não deixe a mercê dou trem”.

Foge desse país,
Viagem de trem ou de bala,
A terra dos sabiás não ouviu o grito de José,
A margem plácida ensurdeceu-se.
Ainda sim, o homem é forte,
Não desiste, não foge, não marcha para morte.
Não permita que seus sonhos morram
Naquilo que fizeram do Brasil,
Levanta a cabeça, olha o anil da Arara,
Novo dia, José, esquece o agora, senão para onde vai?

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Ola´queridos, boa noite hoje trago para vocês um belo poema de Manuel Bandeira:
"Canção do vento e da minha vida". Deleitem-se e tenham um excelente início de semana!



Canção do Vento e da minha vida
MANUEL BANDEIRA
O vento varria as folhas,
O vento varria os frutos,
O vento varria as flores...
E a minha vida ficava
Cada vez mais cheia
De frutos, de flores, de folhas.

O vento varria as luzes,
O vento varria as músicas,
O vento varria os aromas...
E a minha vida ficava
Cada vez mais cheia
De aromas, de estrelas, de cânticos.

O vento varria os sonhos
E varria as amizades...
O vento varria as mulheres...
E a minha vida ficava
Cada vez mais cheia
De afetos e de mulheres

O vento varria os meses
E varria os teus sorrisos...
O vento varria tudo!
E a minha vida ficava
Cada vez mais cheia
De tudo.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Bom dia queridos,
Hoje trago pra vocês algumas sugestões de leitura.
Tudo começou com uma sugestão do nosso amigo Márcio, que nos pediu para escrevermos sobre os livros que marcaram a nossas vidas.Então aceitamos o desafio e começamos a escrever, sobre as nossas melhores leituras, então vai aí pra vocês o depoimento da nossa professora Claúdia.Espero que gostem e se inspirem a ler também, breve teremos mais sugestões. Bom enlevo!

 Como nasci em um lugarejo que não dispunha de meios muito eficientes para o exercício da leitura, a lembrança mais antiga e grata que posso ter é a de um pedido de livros, por carta, feito a uma prima do Rio de Janeiro. Estava com nove/dez anos ePollyana (Menina e Moça!) foi o presente que deve ter moldado parte de minha personalidade.
  Ali pelos doze, li José de Alencar inteiro --graças a uma amiga que ganhou (e detestou!) toda a coleção-- e virei esta romântica assumida.
  Só conheci Machado,  Eça, Graciliano, Rosa, Jorge Amado,Clarice, José Lins do Rego, os clásicos de Língua Portuguesa, no finalzinho do Curso Normal, e, pra valer, no curso de Letras. Até aí, posso assegurar que as Memórias Póstumas, de Machado, e Uma Aprendizagem ou O Livro dos Prazeres, de Clarice, nunca mais ficaram longe de mim.
 A minha vertente, no entanto, estava com a poesia: Cecília,Bandeira e Drummond, para Sempre!
 
 Já no Mestrado, acreditando estar tudo definido com a Língua Portuguesa, um trabalho final sobre as letras de Cazuza , fui cooptada ao assistir a uma palestra da Profa. Laura Padilha, da UFF, sobre a obra de um escritor angolano,Pepetela, naquele dia, especificamente, seu romance, Mayombe.
 Na narrativa,o autor, Artur Pestana, angolano de Benguela, da etnia umbundo, (daí o Pepetela que quer dizer "Pestana" ), usando várias vozes, assume em primeira pessoa, o ponto de vista do(s) guerrilheiro(s,) que na guerra de libertação de Angola, encontram-se, clandestinos, na floresta do Mayombe (embora menor, lembra claramente a nossa Amazônica, também ao norte daquele país).
 Dando voz e vez àqueles que durante a colonização portuguesa jamais pederam existir ( quanto mais, sonhar!), na polifonia ficcional o projeto de Nação vai sendo traçado.São chefes, comandantes, soldados, de variadas etnias podendo- se dizer, finalmente! e, em Língua Portuguesa! ( a verdadeira arma conquistada do colonizador e que pôde apresentá-los ao mundo...).
 Sob o ponto de vista de minha formação/geração, a voz dos que nunca a puderam ter faz toda a diferença! A visão de quem constroi no silêncio e no anonimato, perseguindo amores e realizações, é o salvo-conduto para a noção de humanidade em que todos possam usar a palavra --não como lugar comum, mas como referencial daquilo que cada um traz consigo!
 Mayombe alterou conceitos e solidificou outros; abriu caminhos e alterou rotas, mudou a história da minha vida!
 
 Meu carinho,
 Beijão,
 Claudia
 

segunda-feira, 28 de novembro de 2011



olá queridos hoje quero compartilhar com vocês um poema da poetisa portuguesa Florbela Espanca,e quero aproveitar esta oportunidade para convidá-los para participarem de um sarau de poesias que acontecerá no próximo dia 30/11/11 na FAFIMA
Este será o poema que eu vou apresentar com meu grupo.Espero que gostem.


FANATISMO





“Minh’alma de sonhar-te, anda perdida                                                

Meus olhos andam cegos de te ver!              
Não és sequer razão do meu viver,
Pois que tu és toda a minha vida!



Não vejo nada assim enlouquecida…
Passo no mundo, meu amor, a ler,
No misterioso livro do teu ser
A mesma história tantas vezes lida!….



“Tudo no mundo é frágil, tudo passa…”                                                                                                         
Quando me dizem isto, toda a graça
Duma boca divina, fala em mim!



E olhos postos em ti, digo de rastos
“Ah! Podem voar mundos, morrer astros
Que tu és como Deus: princípio e fim!…”




Ler mais: http://www.luso-poemas.net

sábado, 26 de novembro de 2011

Doce Infância

Doce infância
Hoje é um a data única 11/11/11, e eu acordei melancólica, saudosista, cheia de recordações da minha terra natal e de minha infância, não sei o porquê, mas passei o dia inteiro assim. Até que ao chegar ao curso que estou fazendo, minha professora  promovia um debate sobre como as nossas lembranças são ativadas pelo cheiro ou pelo gosto de algo que gostamos muito,ela  falou sobre uma fruta simples mas de um cheiro e sabor peculiar que se chama  Jambo, lembro- me até das palavras que ela usou:” O que é um jambo? Jambo é um algodão envolto em alguma coisa, mas de cheiro e sabor indescritíveis...”
Nesse momento na minha mente houve um estalo, eu comecei a lembrar-me de como essa simples fruta fez parte da minha infância, e como era doce aquela lembrança, vim para casa ao final do curso inquieta, com as lembranças fervilhando na minha mente a ponto de não conseguir dormir, então resolvi escrevê-las.
Parece que foi ontem, mas já faz algum tempo eu tinha oito anos e morava em Recife com minha avó materna que foi quem me criou, todos os dias eu acordava às 6 da manhã para ir á escola, era sempre o mesmo ritual, minha avó me dava uma bronca pois eu não queria acordar, então ela me arrumava e trançava meus cabelos e me trazia meu café da manhã preferido uma tigela quentinha de Munguzá que é uma espécie  de canjica de milho amarelo que eu adorava, todos os  dias bem cedinho uma senhora chamada Hosana, passava com seu caldeirão num carrinho de mão e uma buzina vendendo aquela iguaria, o cheiro era indescritível, e as pessoas se amontoavam pra comprar as porções que custavam R$ 0,50  a concha.
Já no caminho da escola quando dobrávamos a esquina da rua A, havia uma casa que tinha um pé de Jambo no quintal, este estava sempre carregado de frutos e eu notava que na varanda ficava uma senhora sentada numa cadeira de balanço, como se estivesse vigiando os frutos para que as crianças que iam e vinha da escola por aquela rua não conseguissem roubá-los. Todos os dias eu passava por aquela casa e ficava namorando os Jambos, mas fiquei sabendo pelas crianças do bairro que  dona Cecília, que era como se chamava aquela senhora que ali ficava vigiando os jambos, não os dava a  ninguém ela os colhia e vendia na feira do bairro.
Na escola um dia notei uma garota nova que entrou na minha turma, era magra, alta, muito desengonçada e tímida, o nome dela era no mínimo esquisito ela se chamava Normanda.É claro que não demorou muito para as crianças saírem caçoando dela por causa do nome e da  aparência, quase todos os dias ela ia embora chorando, pois eles não lhe davam sossego e colocavam  nela os apelidos mais horrorosos .
Comovida por ver o sofrimento da garota, resolvi me aproximar dela e fazer amizade, já que ela não havia feito nenhum amigo, por causa da timidez. Ficamos amigas, e pra minha surpresa Normanda morava na casa do pé de jambo, ela era neta da dona Cecília e tinha vindo morar com a avó, tratei logo de fortalecer nossos laços de amizade interessadíssima nos Jambos, é claro.não demorou muito e comecei a frenquentar a casa Normanda para brincarmos juntas, e um dia perguntei-lhe  se ela sabia o porquê daquele seu nome tão incomum, ela me explicou que seus pais não conseguiam chegar à um acordo sobre como a chamariam,seu pai queria que ela se chamasse Norma e sua mãe queria que ela se chamasse Amanda, como eles não se entendiam resolveram então chamá-la Normanda, unindo assim os dois nomes assim cessariam as brigas entre eles, e ela coitada é quem pagou o Pato de ter que carregar esse nome horrível que ela detestava.Pobre menina!
Combinamos então que eu a chamaria de Amanda que era a parte do nome que ela mais gostava. Nos tornamos grandes amigas, quase todos os dias  depois da aula eu ia à casa dela pra brincarmos, sua avó era muito ranzinza e não gostava muito de crianças,  mas eu tratei logo de conquistá-la, levando-lhe sempre que podia pimentas vermelhas que ela adorava pra fazer molho, eu as conseguia num terreno baldio perto do porto de barcos, ela então ficou muito minha amiga,  e sempre que colhia seus preciosos jambos me dava alguns, e eu me deliciava, levava -os pra casa dava um, apenas um para minha avó, e os outros eu os escondia pra degustá-los sozinha.Hum... Era uma delícia! Aqueles Jambos carmesins doces como mel, um verdadeiro manjar dos deuses.
Eu e “Amanda” adorávamos brincar debaixo do pé de Jambo, pois na época da floração o Jambeiro solta umas pétalas cor de rosa choque, e aquelas pétalas formavam um tapete rosa no chão onde no sentávamos e brincávamos de casinha, de comidinha (e o cardápio era jambo) de bonecas e o que mais a imaginação nos permitisse brincar e sonhar. Eram tardes maravilhosas, como eu era a única amiga dela éramos como irmãs.
O único empecilho a nossa amizade era o tio da normanda, Marcelo o doido, como era conhecido no bairro, o chamavam assim por que ele ficava a noite toda vigiando o pé de jambo a mando de dona Cecília sua mãe, pois o quintal não tinha muro e ele ficava a noite toda vigiando, quem se atrevesse  atacar o jambeiro ele revidava com pedradas certeiras e que pontaria ele tinha.Eu que o diga, um certo dia fui a casa de normanda como de costume, chamei e ela não apareceu, tinha saído com sua avó para uma consulta médica, resolvi sentar na calçada e esperar um pouco, me distraí brincando com algumas pedrinhas que achei no chão, quando o Marcelo apareceu do nada, e quando me viu com as pedras na mão, pensou que eu estava tentando roubar  jambos arremessando pedras no jambeiro que estava carregado, como sempre o faziam as crianças do bairro quando ele ou dona Cecília descuidavam, as vezes quebravam até as telhas da casa com suas pedradas na tentativa de derrubar os frutos.
Então ele furioso lançou mão de uma pedra no chão e arremessou-a  contra mim atingindo o meu queixo, abrindo uma fenda que começou a jorrar sangue, eu saí correndo pra casa com a mão no queixo chorando a gritando vovó o Marcelo doido me acertou uma pedrada, minha avó tomou um baita susto ao ver o tanto que jorrava de sangue, correu comigo para o posto de saúde onde levei três pontos, dos quais tenho a cicatriz até hoje.
Quando dona Cecília e Normanda chegaram, estava armada a confusão minha avó deu parte Ana delegacia do bairro, cujo delgado era muito nosso amigo, e mandou prender o Marcelo mesmo sabendo que ele não era certo do juízo, dona Cecília teve de ir à delegacia onde ficou sabendo ocorrido, e furiosa me proibiu de ir a sua casa brincar com minha amiga, eu chorava de um lado e normanda do outro, pois as duas avós discutiam freneticamente de quem era a culpa.passamos a nos ver somente na escola, onde não tínhamos tempo de brincar,só nos falávamos nos poucos minutos do recreio,   as vezes eu passava em frente a casa dela à tardinha  e a via sozinha no quintal vigiada pela avó que quando me via logo a colocava para dentro de casa.
Ainda tive tempo de explicar para minha amiga detalhes do ocorrido, ela me entendeu e disse que sabia que a culpa não era minha e sempre que podia me trazia uns jambos escondidos na mochila pois ela sabia que eu os adorava, mas a sua avó não quis saber de conversa nunca me perdoou por tê-la feito passar o vexame de ter que à delegacia buscar seu filho,  a quem ela protegia com unhas e dentes por ser especial.
Nossa amizade nunca mais foi a mesma, Normanda continuava sendo a mesma menina solitária e triste de sempre, sem amigos presa em seu mundinho, pois ela era órfã e seus únicos parentes eram a  avó e o tio, eu fazia o que podia para alegrá-la, levava-lhe doces, balas de morango eram suas preferidas, ela sorria e me agradecia com Jambos.O ano letivo acabou, entramos de férias e Normanda sofreu um duro golpe sua avó querida que já era muito velhinha faleceu, seu tio que tinha problemas mentais foi recolhido ao manicômio e ela foi morar com sua madrinha em outro estado.
A casa foi demolida e o jambeiro cortado para dar lugar à um restaurante, no dia que o jambeiro veio ao chão eu chorei, pois vi cair junto com ele, as belas lembranças da minha doce infância.Nunca mais tive notícias de minha amiga, logo depois eu também mudei de cidade, pois minha família veio morar em Macaé, mas lembranças mais doces da minha vida ficaram dentro de mim, e hoje eu as eternizo, através da escrita.



Paula Mendes

Bem vindos amantes da leitura e da escrita!

Olá queridos, este blog foi criado com a finalidade de acolher a todos os amantes da literatura que querem ter um espaço destinado a postar suas produções literárias.
A ideia surgiu a partir do curso O Conto e suas particularidades ministrado pela professora Cláudia na FUNEMAC.
O curso foi breve, mas tão intenso, que nós que tivemos o privilégio de participar deste curso, ficamos tão maravilhados com tudo que aconteceu naquela sala que resolvemos criar este blog par que a magia de tudo que aconteceu lá permaneça e fique documentado aqui para a posteridade.
Aqui serão postadas as produções literárias dos alunos do curso, que neste curto espaço de quatro encontros semanais, produziram, contos, Crônicas e outros estilos maravilhosos.
Quero aqui deixar o nosso agradecimento à professora Cláudia, que nos acolheu com tanto carinho e nos contagiou com com seu amor pela literatura, de forma que nós nos recusamos a pôr um ponto final no curso e vamos pleitear para que nossos encontros continuem, pois foi e  está sendo uma experiência maravilhosa.Muito, muito OBRIGADA!
à todos, uma boa leitura, espero que gostem de ler as nossas postagens tanto quanto nós gostamos de escrevê-las.Divirtam-se!